História do dia

 

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O relógio marcava 21h09 quando os médicos tiveram certeza: as gêmeas, enfim, estavam separadas.

Nas mãos de Ricardo, duas cabecinhas, agora sem nenhum elo, pulsavam.

– Eu estava com uma criança e a outra. Separadas. Eram duas: uma aqui e outra ali. Foi muito emocionante.

Desde que o caso chegou ao Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, levou um ano e meio de preparo, conversas, exames, projetos até a realização das cirurgias. Quatro procedimentos, entre fevereiro e outubro de 2018.

O neurocirurgião pediátrico Ricardo diz que, em momento algum, duvidou da capacidade da equipe para realizar o procedimento.

– Eu não questionei, porque sabia que a gente tinha preparo para fazer a cirurgia. Mas esse preparo é fruto de treinamento. É reflexo de toda uma trajetória. Anos e anos de vivência.

 

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Ricardo ajudou a separar siamesas unidas pelo crânio no Hospital das Clínicas de Ribeirão

Publicado por Dr. Ricardo Santos de Oliveira

Professor Livre Docente Departamento de Cirurgia e Anatomia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo. Graduado em Medicina pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (1994), Doutorado em Medicina (Clínica Cirúrgica) pela Universidade de São Paulo (2001), Pós-doutorado no Hôpital Necker-Enfants Malades (Université Rene Descartes) 2001-2002, Pós-Doutorado FMRP-USP 2003-2004 (glicobiologia dos tumores cerebrais). Orientador pleno programa de pós graduação do Departamento de Cirurgia e Anatomia - FMRP-USP Atualmente é médico assistente da Divisão de Neurocirurgia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo e docente credenciado do Depto. Cirurgia e Anatomia (Pós-graduação). Tem experiência na área de Medicina, com ênfase em Neurocirurgia Pediátrica e Neuroncologia atuando principalmente nos seguintes linhas de pesquisa: Neoplasia cerebrais sólidas da infância, glicobiologia de tumores cerebrais pediátricos, trauma e neuroncologia.

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